DEIXA-ME RIR

RIR, como se fosse eterna a primavera...
... como se eu pudesse adormecer
entre flores

RIR, como se eu não te amasse...
... como se não houvesse adeus
e eu fosse livre
qual na planície uma rajada de vento...

RIR, embriagada pelo amor
até me tornar uma nuvem branca
solta no espaço contra o azul do céu

... como se o rugido da tempestade
me perseguisse
sem me alcançar

RIR, como se o clamor pela paz fosse ouvido...
... como se a vida fosse um poema

RIR, louca, desvairadamente,
e viver num riso interminável
... como se Poesia não fosse dor...

DEIXA-ME RIR

RIR, como se fosse eterna a primavera...
... como se eu pudesse adormecer
entre flores

RIR, como se eu não te amasse...
... como se não houvesse adeus
e eu fosse livre
qual na planície uma rajada de vento...

RIR, embriagada pelo amor
até me tornar uma nuvem branca
solta no espaço contra o azul do céu

... como se o rugido da tempestade
me perseguisse
sem me alcançar

RIR, como se o clamor pela paz fosse ouvido...
... como se a vida fosse um poema

RIR, louca, desvairadamente,
e viver num riso interminável
... como se Poesia não fosse dor...

DESPEDIDA

Bem me lembro do dia em que partiste:
tudo em volta morreu. Se dissipou.
Essa dor que senti (que tu não viste)
foi tão grande que quase me matou...

Outro sonho mais belo não existe
do que aquele que o coração sonhou
e depois de uma despedida triste
é que a gente percebe o quanto amou...

Minha vida torou-se um labirinto:
ora finjo alegria - que não sinto -
ora aceno num gesto de desdém!

Já tirei teu retrato da parede
mas a fim de matar a minha sede
faço versos de amor... para ninguém!

DESPEDIDA

Bem me lembro do dia em que partiste:
tudo em volta morreu. Se dissipou.
Essa dor que senti (que tu não viste)
foi tão grande que quase me matou...

Outro sonho mais belo não existe
do que aquele que o coração sonhou
e depois de uma despedida triste
é que a gente percebe o quanto amou...

Minha vida torou-se um labirinto:
ora finjo alegria - que não sinto -
ora aceno num gesto de desdém!

Já tirei teu retrato da parede
mas a fim de matar a minha sede
faço versos de amor... para ninguém!

DESPEDIDA

Lembro bem daquele dia em que partiste:
tudo em bolta escureceu. Se dissipou.
Essa dor, que me invadiu (mas tu não viste)
foi tão grande que ela quase me matou...

Outro sonho mais bonito não existe
do que aquele que o meu coração sonhou.
Só depois da despedida muito triste
é que enfim a gente sabe o quanto amou...

Minha vida se tornou um labirinto:
ora finjo uma alegria - que não sinto -
ora aceno com um gesto de desdém!

Já tirei o teu retrato da parede
mas agora, saciando a minha sede,
faço versos desse amor... para ninguém!

não

DESPEDIDA

Lembro bem daquele dia em que partiste:
tudo em bolta escureceu. Se dissipou.
Essa dor, que me invadiu (mas tu não viste)
foi tão grande que ela quase me matou...

Outro sonho mais bonito não existe
do que aquele que o meu coração sonhou.
Só depois da despedida muito triste
é que enfim a gente sabe o quanto amou...

Minha vida se tornou um labirinto:
ora finjo uma alegria - que não sinto -
ora aceno com um gesto de desdém!

Já tirei o teu retrato da parede
mas agora, saciando a minha sede,
faço versos desse amor... para ninguém!

não

QUEREM VER...

Querem ver o teu rosto
mas não tens rosto...

querem saber quem tu és
mas nem eu sei...

Só sei que estás longe demais
para que eu te alcance
e és belo demais
para existir!